PROJETO CIVILIZATÓRIO

08/03/2021 12:05

01.03.2021

 

As ARTES VISUAIS SUL-RIO-GRANDENSES e o seu PROJETO CIVILIZATÒRIO COMPENSADOR  

 

 Uma nação, estrado ou município possui e executa um projeto amadurecido quando conseguiu equacionar a contradição da ARTE para o BEM ou a ARTE para o MAL

As eternas tendências contraditórias ambivalências da ARTE possuem por fonte as mesmas energias naturais humanas.  Energias que impulsionam o ser humano tanto para a sua realização plena ou para o descalabro e ao caos

A contemplação deste espetáculo leva aos mais estranhas e contradições intervenções, De um lado está pedagogia do “O EMÌLO” de ROUSSEAU que observa passivamente a cena sem a menor intervenção. No lado oposto estão as mais draconianas intervenções que extirpam, pela raiz, os sentimentos, vontades e inteligências com o objetivo de formar um robô, uma peça ou escravo

 No entanto a homeostase entre estres extremos o prejudica o ser humanos que nunca encontra um equilíbrio, uma verdade que permite a escolha, o reforço e a recompensa tanto para o BEM como a perdição e caos como sanção do MAL.

 Se um lado a humanidade recorreu aos métodos os mais aversivos, cruéis e desumanos, de outro lado os efeitos esperados, surgiram exatamente do contrário, ou seja foi por meio dos PROJETOS CIVILIZATÒRIOS COMPENSADORES que a HUMNIDADE ENCONTROU A SI MESMA e deixou vestígios dos quais todos se orgulham como seus.

Np Rio Grande do Sul a obra de IBERÊ CAMARGO nasceu desta constante busca em canalizar as suas energias negativas, explosivas, devastadoras e cruéis em OBRAS de ARTES VISUAIS SUL-RIO-GRANDENSES e o seu PROJETO CIVILIZATÓRIO COMPENSADOR. As suas séries das “BICICLETA”S parece buscar esta terceira força da velocidade que mantém o ciclistas em movimento com apoio em duas rodas

Imagem Iberê CAMARGO “O CICLISTA”

https://iberecamargo.org.br/obra/p168/

 

FACE BOOK

https://www.facebook.com/photo/?fbid=1121038475011970&set=gm.2827322914152561

 

Teniza Spinelli Autor

Professor Círio Simon

. O Flávio Rocha era diretor artístico do Teatro São Pedro e foi paralelamente diretor do MARGS. Quando eu entrei para o MARGS em 1973 o Museu estava sediado nos altos do teatro, onde o Malagoli criou aquele espaço para exposições. A dona Antonietta Barone era diretora do então Departamento de Assuntos Culturais e convidou o Flávio para a direção do Museu. O Flávio recém tinha voltado da Europa, com estada na Rússia. Ele era cultíssimo e refinado, gostava de balé clássico, teatro e ópera. Exerceu então os dois cargos, pois o local era o mesmo. Além disso ele era pintor formado pelo Instituto de Artes. Conversar com ele foi um privilégio que tive. Educadíssimo, gentil, recebia as autoridades e pessoas simples da mesma forma. Só tenho lembranças boas para contar do Flávio Rocha.

 

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