NEIA CULTURA

15/04/2021 06:24

 

Dia 15 de ABRIL de 2021

 O PROBLEMA da MEIA CULTURA 

 A grande vantagem dos portadores da BAIXA CULTURA é o IMENSO SENTIDO de REALIDADE

Já a MEIA CULTURA  perde o senso de realidade, do ridículo e mistura tudo sem limites e conforme seus caprichos pontuais e passageiros.

Enquunto  a ALTA CULTURA conhece a si mesma, sabe de seus limites e das suas proprias  competências.

Assim a MEIA CULTURA - como a   MEIA VERDADE -      é algo indefinido e que pode desabar na pura ignorfrância ou trocá-la  por qualquer outra  MENTIRA passar ao lado dela sem se dar conta do que é de fato

O pintor artista Pedro Américo escolheu a VERDAE como epígrafe da sua tese de doutorado de filosófica  onde escreveu e pubkicou( 1869 epígrafe) que:

“A VERDADE é impessoal. A gente a pode procurar sem a encontrar, pode-se encontrá-la sem reconhecê-la, pode-se reconhecê-la  sem lhe dar valor, A gente pode-se servir dela negando-a Porém nada pode-se FAZER para que ela deixe de ser a VERDADE"  (Pedro Américo,  ,)

Um dos muitos prioblemas mal definidos da MEIA CULTURA  é o ecldetismo que mistura os absolutos com os relativos. Tanto faz um absoluto como o puro mito, a narrativa sem as fontes e o arbitrio pessoal

A MEIA CULTURA mistura tudo conforme seus caprichos pontuais passageiros, do ridiculo ou senão da pura obscenidade Troca a sua LIBERDADE e sua AUTOMIA  pela SERVIDÂO VOLUNTÁRIA de qualquer informaççao sem fontes fidegnas e fundamento lógico. Basta um MESSIAS ANUNCIAR uma VERDADE PESSOAL e NÂO COMPROVADA para formarem-se cortejos de  prosélitos. Estes cortejos estão na busca  de alguém que  pense, delibere e decida no lugar deles. Evidente: que estes cortejos de prosélitos BUSCAM  TAMBÉM um “CULPADO DE TUDO”

FIGUEREDO e MELO, Pedro Américo de – LA SCIENCE et les SYSTÈMES: questions d´histoire et de philosophie naturelle. Bruxelles : Gustave Mayolez, 1869, 169 p.

--------------------------A CIÊNCIA e os SISTEMAS: questões de história e de Filosofia Natural (4ª ed) tradução de Gabriel Alves de Oliveira. João Pessoa PB : Edição Universitária/UFPB, 2001, 279 p.

BOÉTIE, Etienne La (1530-1563).  Discurso da Servidão Voluntária (1549).  Tradução de Laymert G. dos Santos.  Comentários de Claude Lefort e Marilena Chauí.  São Paulo : Brasiliense, 1982. 239p.

 

 

PROBLEMA da MENTE <EDIANA   

 

Imgem:  Por que deixamos de pensra por nés mesmos°

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