INVERTENDO a HISTÓRIA da ARTE

22/07/2018 03:15

A HISTÓRIA da ARTE de PONTA CABEÇA.

Quem inicia a HISTÓRIA da ARTE pelo TEMPO PRESENTE corre o risco  de:

1-de estar apenas se iludir e ser iludida pelo MARKETING e PROPAGANDA passageira de ARTE

2 – que HISTÒRIA iniciou quando ele nasceu;

3 – de transformar TEMPO PRESENTE em pré-história;

4 – colocar toda a HISTÓRIA da ARTE distorcida e de PONTA CABEÇA

Não é o mesmo processo   “TOMAR a PARTE pelo TODO” do que “CAMINHAR do PRÒXIMO ao REMOTO”. A falta de um MAPA do TODO da HISTÓRIA da ARTE é caminhar em círculos. O reducionismo-  diante do universo da globalidade expressão humana - é querer retornar para a caverna.

Evidente que toda narrativa da HISTÓRIA da ARTE significa ter presente;
1- que na narrativa da HISTÓRIA da ARTE estamos diante do humano e não de máquinas;

2 – que toda recepção da narrativa da HISTÓRIA da ARTE depende dos limites e das competências de quem estuda, produz e recebe esta narrativa;

3 – todo recorte no TEMPO necessita ater-se, tanto a DIACRONIA como a SINCRONIA com o TEMPO, o LUGAR e a SOCIEDADE objeto narrativa da HISTÓRIA da ARTE.

Se de um lado o múltiplo estimula uma  narrativa da HISTÓRIA da ARTE imponderável,  de outro qualquer recorte – SEM a o MAPA do TODO – é se perder no labirinto sem o fio de ARIADNE

 

O HOMEM VITRUVIANO de LEONARDO da VINCEI

https://es.wikipedia.org/wiki/Hombre_de_Vitruvio

 

FACE BOOK

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