INIMIGO DOMÉSTICO

18/10/2018 02:44

QUANDO o INIMIGO É de CASA

 

Dom João VI tinha todas as razões para fugir de Portugal. Diante do inimigo interno não havia constrangimentos ou meias medidas. O inimigo maior não era o general JUNOT, mas os próprios lusitanos que tinham aderido aos ideais da Revolução Francesa. O temor de Dona MARIA I  não era tão insano pela instalação da guilhotina sob os aplausos do lisboetas e onde ela podia perder a sua régia cabeça...

O inimigo interno, o “quinta-coluna” e o Judas Escariotes não são raros, mas são letais.

O Regime de VICHI foi recebido e instalado sob o aplauso de MUITOS “CIDADÃOS e HERÓIS”  FRANCESES ansiosos por um REGIME FORTE. Deu no que deu.

Os prosélitos do rei  Herodes, do faraó Ramsés e do  rei Nabucodonosor sempre precederam as armas físicas do inimigo de Israel.

O INIMIGO domiciliada na CASA conhece as suas riquezas, os seus  segredos e as suas fraquezas. O afrouxamento da vigilância diante das aspirações desmedidas põe em perigo a segurança da casa. As aspirações de ONIPOTÊNCIA, de ONISCIÊNCIA e de ONIPRESENÇA - dos próprios habitantes da casa - podem ser transformadas em armas letais e serem exploradas habilmente pelo inimigo externo. Esta casa solapada, contaminada e dividida silenciosamente    está no caminho da ruina  certa e irreparável.

NÃO FOI NO GRITO

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Departure_of_H.R.H._the_Prince_Regent_of_Portugal_for_the_Brazils_(Campaigns_of_the_British_Army_in_Portugal,_London,_1812)_-_Henry_L'Evêque,_F._Bartollozzi

FACE BOOK

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