FILANTROPIA com TRABALHO ESCRAVO

23/11/2017 02:57

FILANTROPIA com TRABALHO ESCRAVO.

Atrair clientes, consumidores e dependentes com TRABALHO ESCRAVO ocorreu em todos os tempos e lugares e é mais comum do que se possa imaginar.

No Brasil esta pratica abjeta e criminosa possui raízes profundas e se manifesta em formas e lugares

Em Porto Alegre uma nova geração de intelectuais foi porta-voz dessa insatisfação com esta FILANTROPIA com TRABALHO ESCRAVO como aquela expressou pelos articulistas da revista Madrugada[1]. Eles escreveram, em 1926, que  “a mudança do regime monarchico foi apenas, entre nós, uma substituição de accento grave por agudo, na personagem governativa, o que vale dizer uma pura questão gramatical”. Os articulistas constatavam “passamos do governo dos reis ao império dos reis, entidades perfeitamente concretas, bem soantes, amadas e poderosas”.  Personagens sustentadas, não pela sua competência política, cultural ou ideológica, mas pelas puras forças do regime patrimonialista do estamento de dominadores do estado imperial transfigurado apenas semanticamente em república. “Succedendo à aristocracia complicada dos brazões com corôa, os aristocratas do dinheiro formam um núcleo de cabeças ocas e barrigas fartas enchendo as ruas das mesmíssimas carroagens doiradas e vistosas nas quais os condes de antanho descansavam a indiscutível nobreza dos seus assentos’”. A economia patrimonialista imperial encontrou apenas outras formas desta FILANTROPIA com TRABALHO ESCRAVO por meio do uso do ‘pátrio poder’ corrompido, permitindo a esses personagens, travestidos de republicanos, viver sem precisar trabalhar e para produzir algo honesto. Assim continuaram: “os Paes da pátria’ como esses Paes que notando na filha um Dom que a faz preciosa, exploram-na em seu próprio benefício, dormem regaladamente, na metade do anno, para na outra metade fruirem os milreis que a coitada ganhou a custa do seu trabalho”.

Este grupo de jovens intelectuais não podiam ser mais enfáticos na necessidade de mudar  o regime da Velha República. Os jovens editorialista editorialistas da Revista Madrugada  eram comandados por Teodomiro Tostes, Augusto Meyer, João Sant’Anna e Azevedo Cavalcante. Certamente a Revista Madrugada  era o FACE BOOK de PORTO ALEGRE da VELHA e CORRUPTTA REPÚBLICA da FILANTROPIA com TRABALHO ESCRAVO e ALHEIO.

REVISTA MADUGADA – PORTO ALEGRE Ano 1 ano .1 nº3 1926

2017 - FILANTROPIA com PROFESSORERES APOSENTADOS como RESERVAS

https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/noticia/2017/11/governo-do-rs-pretende-chamar-professores-aposentados-para-cumprir-o-ano-letivo-cja2wtk09065p01qgakyqi31e.html

ABENÇOANDO e CONFORMANDO POSSES

https://ascendensblog.blogspot.com.br/2013/10/romanus-pontifex-bula-de-nicolau-v.html

 

Imagem: O ESCRAVO NÂO SE REPRODUZ: ELE É REPRODUZIDO

https://culturapauferrense.blogspot.com.br/2013/10/httptokdehistoria.html

FACE BOOK

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[1]  Revista Madrugada Porto Alegre, ano 1, nº 5. Dia 04 de Dezembro 1926 (sem paginação).

 

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