EU e o TU não é NÓS

14/09/2018 00:16

O NÓS NÃO é A SOMA do  EU e do TU

O NÓS NÃO é a SOMATÓRIA do EU e do TU.  O estágio das interações  entre dois ou mais seres humanos não é uma simples soma de fatores. Um coletivo - que merece  a denominação de  NÓS - resulta da plena consciência das respectivas identidades do EU e do TU.   Um autêntico NÓS se  constitui na relação privilegiada entre o antes, o durante e o depois de qualquer  ação coletiva.. Para o grupo, que chega a este  autêntico estágio do NÓS todos os ganhos e perdas são contabilizados, Nm autêntico NÓS existe um feedback permanente em relação aos custos, lucros e perdas da ação coletiva. No estágio da um autêntico NÓS a  INTREAÇÂO entre o o EU e o TU chega ao grau da racionalidade perfeita para a manutenção constante da autonomia recíproca num equilíbrio perfeito e independência dos agentes unidos por meio de contratos pontuais.

. A legitimação percorre o entrelaçamento do indivíduo e da sociedade, de uma forma coerente e com o mesmo eixo. Na interação constitui-se a consciência claramente expressa que o grupo possui de si mesmo. Quanto mais baixo for o grau de entrelaçamento do indivíduo e com a sociedade, mais fraca será esta legitimação.

No momento em que o grupo atinge o estágio da interação, cada componente do grupo, vai assumindo o seu papel social, criando a legitimação consciente ou a aplicação racional que o grupo deu a si mesmo. Este processo foi descrito por  Mary FOLLET (apud CARVALHO, 1979, p.7) quando

“o indivíduo é soberano na medida em que pode desenvolver, controlar e integrar sua natureza múltipla num todo único;  o grupo é soberano na medida em que seus membros unidos se orientam no sentido de expressar os propósitos comuns que os movem. Um estado é soberano na medida em que segue o mesmo caminho e se institui como um grande grupo, unificado pelos objetivos comuns”

 

CARVALHO, Maria Lúcia R.D.  Escola e Democracia. Subsídios para Um Modelo de Administração segundo as Ideias de Mart P. Follet.  São Paulo: E.P.U. Campinas, 1979. 102p.

In DISSERTAÇÃO:

SIMON Círio “A PRÁTICA DEMOCRÁTICA na ESCOLA PÚBLICA ESTADUAL: estudo de caso da expressão das condições da prática democrática pelos professores do Colégio Estadual Cândido José de Godói – POA- RS – durante a Abertura Política Brasileira (1979-1985)”. Orientação da Drª Profª  Marta LUZ SISSON de CASTRO Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) Faculdade de Educação  Programa de Mestrado em Métodos e Técnicas de Ensino PORTO  ALEGRE       - OUTUBRO de 1986   Texto integral disponível digitalmente  em  https://www.ciriosimon.pro.br/aca/aca.html  + + https://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/1445

 

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