DESCASCANDO o MITO da ARTE

23/03/2019 08:24

DESCASCANDO o MITO da ARTE.

 

A ARTE subiu para a CENA PÚBLICA e SERVE para vestir os mais variados figurinos e finalidades. Serve para a OBRA de ARTE do ENGENHEIRO, do ESTADO da ARTE de uma CIÊNCIA e, por enquanto, e ainda para certas OBRAS POÉTICAS que se querem puramente ESTÉTICAS.

Diante este ecleticismo semiótico – que para Mario de Andrade era “refúgio de tidas as covardias”-  há necessidade do pensamento de um dos mestres da Semiótica  

 Roland Barthes escreveu (1967, p.9)[1] que

Numa sociedade como a nossa, na qual mitos e ritos tomaram a forma de uma razão, que dizer definitivamente - numa palavra -, a linguagem humana não é só o modelo do sentido, mas também o seu fundamento”.

As palavras necessitam serem descascadas e pesquisadas, como um fruto maduro de uma civilização. Descascadas e pesquisadas até distinguir e achar as sementes férteis com as quais a natureza as dotou como razão de ser deste fruto com a sua potencialidade de produzir um outro vegetal. No caso de uma OBRA de ARTE descascá-la até encontrar a sua semente fecunda para produzir outras OBRAS de ARTE.

Imagem CARAVAGGIO - RAPAZ DESCASCANDO FRUTAS c 1593

https://www.publico.pt/2015/01/29/culturaipsilon/noticia/o-caravaggio-que-ninguem-quis-1684397

https://www.publico.pt/2015/01/29/culturaipsilon/noticia/o-caravaggio-que-ninguem-quis-1684397#&gid=1&pid=1

FACE BOOK

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[1] BARTHES, Roland.  Système de la mode. Paris : Seul, 1967. 327p.

 

 

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