CALMA e PATCIENCIA

06/10/2020 06:45

“CALMA e PATCIÊNCIA”

 

Muitos daqueles que lidaram ou frequentaram os ambientes culturais e artísticos de PORTO ALEGRE, nas décadas de 1950 e 1960, certamente lembram-se do heroico e onipresente Adolfo STIFFEL Ele depois da passar os horrores dos campos de concertação nazistas - onde viu os seus pais serem assassinados, - foi acolhido pela comunidade israelita em Porto Alegre. Tornou-se uma espécie de conselheiro universal, gratuito e sempre entusiasmado daqueles que julgavam ter algum problema insolúvel. A panaceia geral da cura,  dessa problema insolúvel, era a frase  carregada e direta de “CALMA e PATCIÊNCIA”.

A maioria não tinha tempo para escutarem os brados de Adolfo STIFFEL em muito menos para terem “CALMA e PATCIÊNCIA”. Julgando-se adultos, preferiam a AUTOAJUDA no duro campo da batalha do insípido e terrível quotidiano do AQUI e AGORA.

Outros preferiam o curto, rápido e mortal trono das baionetas da campo dos nazistas dos quais Adolfo STIFFEL foi um vitima ou esperaram o 01º de abril de 1964.

Estes aproveitadores da LIBERDADE que o REGIME REPUBLICANO propicia – usaram a sua estúpida audácia para raptarem e violentarem o seu PODER CENTRAL..

Pra aqueles que foram surpreendidos e atropelados pelo tanques do ódio e da raiva, como foi Adolfo STIFFEL, não  restava outra alternativa além da “CALMA e PATCIÊNCIA”. Estes esperaram para que o CONFORTO de FICAREM SENTADSIOS na PONTAS das BAIONETAS se tornasse um DESCONFORTO INTOLERÀVEL.

Os atropeladores da LIBERDADE e do REGIME REPUBLICANO ainda não apenderam a lição que o cínico e ardiloso Charles Maurice de TALLEYRAND-PERIGORD  (1754-1838) deu para Napoleão Bonaparte

“com as baionetas é possível fazer tudo, menos ficar sentado sobre as suas pontas”

Resta o trabalho dos peritos criminais encontrarem os fabricantes das balas que eliminaram MUSSOLINI que “sempre tinha razão”, de Adolfo HITLER que “assumiu a culpa de tudo e de tidos” e de Getúlio VARGAS em eterno namoro com os onipotentes militares aos quais os regimentos e seus protocolos proíbem pensar e muito menos sentir.

João FAHRION – Retrato de Adolfo STIFFEL – óleo sobre Eucatex - 96,5 x 77 cm - Pinacoteca Barão de Santo Ângelo Nº do acervo nº 455

Jhttps://www.ufrgs.br/acervoartes/obras/pintura/pintura/joao-fahrion/image_view_fullscreen

 

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