A UNIVERSIDADE DEVE MORRER

27/02/2017 06:36

A UNIVERSIDADE DEVE MORRER para que NÓS APRENDAMOS ALGUMA COISA. 

 

Uma semente demonstra a sua fertilidade quando consegue morrer para dar origem à uma nova planta fértil.

As grandes e portentosas universidades mundiais demonstraram, em diversas ocasiões e formas,  a sua competência ao morrerem para ressurgirem como novas. A vetusta e medieval Universidade da Sorbonne morreu em 1789 com a Revolução Francesa. Renasceu em 1816 após as truculências da Revolução e as tropelias napoleônicas. A nova Universidade da Sorbonne renasceu renovada para enfrentar a ERA INDUSTRIAL, a sua lógica e paradigmas.

A morte da UNIVERSIDADE HUMBOLDT -  que os seus estudantes estão pedindo em 2017 - é a morte das suas ligações e os seus paradigmas que a atrelam à ERA INDUSTRIAL na qual foi concebida por Guilherme e Alexandre HUMBOLDT.

O que se espera da UNIVERSIDADE HUMBOLDT é o seu renascimento fertil para a ÈPOCA PÓS-INDUSTRIAL.

Evidente há necessidade de atender o fato de que o   léxico MORRER (STERBEN) não possui  o mesmo significado do que ARUINAR (KAPUTT MACHEN) .

A pergunta que fica no ar:

se a UIVERSIDADE não é competente e não sabe  praticar uma RUPTURA EPISTÊMICA,  ¿ como ela pode exigir RUPTURAS EPISTÊMICAS dos seus discípulos e dos seus mestres ? l

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 A UNIVERSIDADE HUMBOLDT  deve MORRER para que se APRENDA ALGO

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