A UNIVERSIDADE como CAMPO de BATALHA

13/10/2017 01:29

 A UNIVERSIDADE como CAMPO de BATALHA

 

A UNIVERSIDADE transformada em CAMPO de BATALHA sempre perde. Perde a visão do TODO além da dignidade e da sabedoria

  A única lição que a UNIVERSIDADE pode oferecer é o cultivo do hábito da integridade intelectual, ética e estética. Qualquer hegemonia, no seu interior, desequilibra  a percepção do TODO. TODO que a UNIVERSIDADE atinge pelo exercício constante da TESE – da ANTÍTESE - da SÍNTESE.

A UNIVERSIDADE - como construção permanente coerente com o seu TEMPO, seu LUGAR e sua SOCIEDADE - é um constante DEVIR.
A UNIVERSIDADE – ao se transformar numa REPARTIÇÃO BUROCRÀTICA ESTATAL -  se cristaliza e  rompe este contrato com o seu DEVIR.

A REVOLUÇÃO, a GUERRA e o GOLPE são os caminhos mais rápidos e infalíveis  para a UNIVERSIDADE atingir esta CRISTLIZAÇÂO e a sua  TRASFORMAÇÂO numa REPARTIÇÂO BUROCRÁTICA ESTÉRIL e ESTERIZANTE.

A grande descoberta dos estudantes revolucionários - da UNIVERSIDADE de CÒRDOBA, de 1918 - foi que havia um abismo entre a Argentina real e concreta e os seus ideais inovadores. Raros destes estudantes – rebelados  de 1918 – tiveram algum êxito com os seus ideais libertários na sua terra e na sua sociedade de sua época.

PORTANTIERO Juan Carlos(1934-2007)[1].. Estudiantes y Política en América Latina: el proceso da  la Reforma Universitaria (1918-1938). México: Siglo Veintiuno,1978, 461 p.     https://www.unrc.edu.ar/publicar/20/nota1.htm

Juan Carlos PORTANTIERO

https://es.wikipedia.org/wiki/Juan_Carlos_Portantiero

 

PATRIMÔNIO  x GUERRA

https://repositorio.ul.pt/handle/10451/3910

 

FACE BOOK

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10204282199132568&set=a.3584675712991.1073741826.1756223351&type=3&theater

 

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