A DOCE ESCRAVIDÃO

09/04/2019 05:20

A DOCE  ESCRAVIDÃO..

 

O ESCRAVO POSSUI TODOS os MOTIVOS para se SENTIR FELIZ. CONFORTÁVEL e DESPREOCUPADO da VIDA. Afinal encontrou alguém  que PENSA, DELIBARA e DECIDE no seu lugar e  sobre a sua PESSOA e que assume TODAS as SUAS CULPAS.

O sábio romano  SÊNECA ficava perplexo como os escravos viviam no luxo, gastando o que não tinham em nome de um dono idiota e comodista que deixava dissipar a sua fortuna penando ostentar fama, glória e poder. Assim SÊNECA escreveu no seu livro  “Da tranquilidade do ânimo”, (p. 08)

Constrange-me o ânimo quando vejo a aparência de alguns destes pedagogos, esses escravos vestidos com o maior capricho e com mais ouro do que em dia de procissão, este exército resplandecente de servos  em  casas nas quais se pisam sobre precisas alfombras, nas quais a riqueza está por todas as partes, os tetos são refulgentes e onde sempre existe esta multidão que acompanham os patrimônios que que se dissipam

 

O jovem francês Etienne BOETIE - no seu texto DISCURSO da SERVIDÂOP VOLUNTÀRIA - via todo mundo falar de LIBERDADE, AUTONOMIA e SOBERANIA quando na prática viviam na mais  abjeta ESCRAVIDÂO VOLUNTÁRIA.

O filosofo Emmanoel KANT estabeleceu o ponto de toque  no  texto A CRITICA  da RAZÂO PRÀTICA (Livro I, teorema IV), onde defende que “a vontade possui moralidade no limite de sua autonomia”. Assim o escravo desta isento de todaa moralidade e valor 

 

Na ESCRAVIDÂO e a SEVIDÂO  o DONO da “PEÇA”  leva a pior parte no momento quando o ESCRAVO  conquista a liberdade ou desaparece, por um ou outra razão. O EX DONO se vê compelido  a trabalhar ou cair na delinquência escancarada. Terá de TRABALHAR COM as PROPRAS MÃOS ou então criar estratégias para se sustentar com o trabalho alheio. Neste caso o EX-DONO do ESCRAVO recomeça o ciclo perpétuo da SERAVIDÂO com mil e outros nomes de fantasia para enganar o bobos  e crentes de sempre

SÊNECA Da tranquilidade do ânimo”, https://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=6773

 

BOÉTIE, Étienne 1a. (1530-1563)  Discurso da Servidão Voluntária.  Tradução de Laymert G. dos Santos.  Comentários de Claude Lefort e Marilena Chauí.  São Paulo : Brasiliense, 1982. 239p https://pt.wikipedia.org/wiki/Étienne_de_La_Boétie

 

KANT Emmanoel vinculou a vontade da ação humana com a moralidade e a autonomia, ao afirmar na Crítica da Razão Prática (Livro I, teorema IV),

 

O QUITUTE do ESCRAVO

https://www1.folha.uol.com.br/fol/brasil500/comida7.htm

 

 QUITUTEIRAS

https://www.unoparead.com.br/sites/museu/exposicao_negros/negro01.html

 

 

O LATIFUNDIO da SBEDORIA PERVERSA

https://www.poder-originario.com/news/latifundiarios-do-saber/

 

FACE BOOK

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=630055990776890&set=p.630055990776890&type=3&theater

 

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