SOLAR COLONIAL do 4º DISTRITO ARRASADO

16/02/2014 06:34

 

Nas questões essenciais relativas a um bem simbólico ou material o último a ser consultado é o seu PODER ORIGINÁRIO. Grupelhos de gabinetes - formados por atravessadores, mediadores ou pseudo tuteladores - surpreendem este PODER ORIGINÁRIO e emitem, em seu nome, ordens de vida e morte. Assim constroem, derrubam e aniquilam conforme seus interesses FAZENDO besteiras irreversíveis. É o que aconteceu no Quarto Distrito de Porto Alegre com o solar de Dom Diogo de Souza, governador da Província e depois Vice Rei da Índia.

A lógica linear da Era Industrial, unívoca e totalitária considerava este Solar Colonial lusitano não só anacrônico sob todos os aspectos, mas ocupando um precioso espaço num país imenso e até perigoso como esconderijo de “bandidos”. A Era Industrial - por não conhecer e reconhecer a memória material e imaterial do  período que a precedeu os vestígios desta mesma Era Industrial  por sua vez   sendo arrasada por atravessadores, mediadores ou pseudo tuteladores agora em nome da Pós-modernidade.

 

MONDIN, Guido Fernando (1921-2000) Burgo sem água- reminiscências do 4° Distrito -  Porto Alegre: FEPLAN,1987, pp.91/2

O solar de Dom Diogo de Souza do QUARTO DISTRITO

http://wp.clicrbs.com.br/almanaquegaucho/2013/12/12/a-urbanizacao-da-zona-norte-de-porto-alegre/?topo=13,1,1,,,13

http://www.ufrgs.br/propur/teses_dissertacoes/000661110.pdf

Dom DIOGO de SOUZA (1755-1829) Conde de RIO PARDO

governador do RIO GRANDE do SUL (1809-1814)

http://pt.wikipedia.org/wiki/Diogo_de_Sousa,_conde_do_Rio_Pardo

 

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