SEI ERRAR SOZINHO

05/03/2014 07:27

SEI ERRAR SOZINHO

O arroubo do “SEI ERRAR SOZINHO” constitui um índice da onisciência, onipotência, onipresença e eternidade do sujeito na heteronomia absoluta da sua própria ignorância, fraqueza, limitação e efemeridade.

Mesmo que este sujeito não verbalizado, os seus atos e o seu fazer são confissões subliminares do “SEI ERRAR SOZINHO”. Sêneca já contrariava estes oniscientes, onipotentes,, onipresentes e eternos ao sentenciar:

 penso que muitos poderiam ter atingido a sabedoria, se não se tivessem imaginado ter chegado até ela, se não se tivessem fingido certas coisas em si mesmos, se não passassem por outras com os olhos fechados” SÊNECA Da tranquilidade do ânimo, p. 08

http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=6773

MANEQUINS

http://franziotiamo.it/storie-tra-italia-e-germania/immagini-dall-italia/

[Manequins no que se considera  ser o 1º quadro da POP ART, obra de RICHARD HAMILTON (1922-2011) Just What Was It That Made Yesterdays Homes So Different, So Appealing,  1956 ]

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