O ESTRANGEIRO

19/10/2014 07:04

O ESTRANGEIRO

Aquele que  NÃO PERTENCE ao grupo interno goza  o privilégio de exercer e ser percebido como juízo neutral. O estrangeiro poder ser percebido como MITO, realidade ou como objeto de ódio e discriminação. Ele é uma criatura humana deslocada na senda das observações de Georg SIMMEL. Como tal o seu  NÃO-PERTENCIMENTO ao grupo interno permite-lhe exercer e ser percebido como juízo neutral.

Este papel é acentuado numa cultura longamente fechada sobre si mesma como é cultura colonial brasileira. Esta - acostumada aos longos períodos de heteronomia de juízos e decisões unilaterais e interesseiras do seu colonizador - cai imediatamente sob os encantos do MITO do ESTRANGEIRO. Nestes encantos sem fundamento  deixa a cultura colonial brasileira se seduzir pelo MITO do ESTRANGEIRO mesmo com o risco dos maiores absurdos. No mínimo esta cultura colonial brasileira imagina no estrangeiro alguém capaz de um contraponto à sua perpétua heteronomia. Este ESTRANGEIRO possui altas  chances de fortuna numa cultura colonial  mesmo que ele seja um zero a esquerda e até desligado da sua cultura de origem ou da nacional que adota o ESTRANGEIRO como padrão. Como juiz, mediador e atravessador o ESTRANGEIRO possui todos os predicados para levar adiante os sentimentos do “SEBASTIANISMO”.

ATENÇÂO para a OPINIÂO do ESTRANGEIRO

http://oglobo.globo.com/brasil/copa-brasil-bem-na-foto-na-visao-dos-estrangeiros-13022467

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