LI HOJE

08/08/2015 06:08

LI HOJE.

O poeta Fernando Pessoa consegue, na sua crônica poema “LI HOJE”, dimensionar na sua devida proporção a NATUREZA, a VIDA HUMANA e a ARTE. Ele distingue o HOJE do ONTEM e do AMANHÂ. O HOJE estará no dia de AMANHÃ irremediavelmente  no PASSADO e, portanto, no ONTEM. Por mais espetacular que sejam os fogos de artificio, ou as flores de HOJE, serão, no dia de AMANHÃ, CINZAS, ou LIXO descartável.

Certamente haverá sempre pessoas que necessitam viver na ponta das baionetas do INSTANTE PRESENTE. É uma escolha sempre possível. O preço é a absoluta confusão com a “NATUREZA que NÂO TEM NADA POR DENTRO” no dizer do poeta Fernando Pessoa 

LI HOJE: Fernando Pessoa

http://www.citador.pt/poemas/li-hoje-quase-duas-paginas-alberto-caeirobrheteronimo-de-fernando-pessoa

 

 Imagem: Max ERNST (1891-1976) – “Aeroporto para Flores”.

 

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