HAJJ.

29/04/2014 07:04

HAJJ.

A caravana do HAJ, que demanda Meca, é um dos índices de uma determinada forma de pertencimento humano. Esta forma de pertencimento do indivíduo ao coletivo contrasta viva e diametralmente aos índices de pertencimento que escolhem um EU individual para lhe transferir responsabilidades e  a culpa de tudo.

[O  Tenente General Sir Arthur Wellesley, Duque de Wellington em PORTUGAL]

As divisões entre estas duas formas e pertencimento passam pelo foro íntimo das consciências individuais que se percebem compelidas a adotar um ou outro paradigma de um projeto de pertencimento social.  Esta divisão torna-se mais evidente - e ganha contornos inteligíveis - na medida em que desaparecem os vestígios físicos das fronteiras e as cortinas de ferro. Fronteiras determinadas pelos antagonismos nacionais e os confrontos entre um socialismo rasteiro e um capitalismo redutor e concentrador.   Os dois paradigmas antagônicos tem em comum serem criações artificiais humanas. Os dois paradigmas antagônicos tem por objetivo elevar esta criatura humana acima da Natureza e da ameaça constante da entropia e do caos primordial. O pertencimento coletivo possui um dos seus índices  na raiz jurídica que alega conexão com a transcendência e a tradição ao estilo da CHARIA muçulmana. Na oposição viceja a figura do contrato coletivo decorrente da crença na Razão, na Ciência e da coerção pelo poder estatal ao estilo das Constituições ditas nacionais.

CHARIA

http://pt.wikipedia.org/wiki/Charia

 

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