ELEIÇÂO como NEGÓCIO do PODER

14/08/2014 05:15

ELEIÇÃO como NEGÓCIO do PODER.

 

A confusão entre EDUCAR e CONDUZIR gera um CORTEJO interminável na poliítica e na administração pública ou privada.

Neste CORTEJO cinzento misturam-se tanto monocratas como democratas. Nesta confusão, estes extremos,  misturam-se num único interesse de estar o mais próximo possível do PODER CENTRAL. Nesta proximidade pretendem USUFRUIR as mesmas benesses deste único PODER CENTRAL. Neste COMÉRCIO desaparece qualquer ideologia ou cor partidária. No NEGÓCIO ELEITORAL desaparecem os limites entre tiranos e cidadãos cordias. Assim estes pretendentes aos cargos são capazes dos contratos os mais absurdos e que evientemente nenhum dos dois quer cumprir no instante seguinte.

ELEIÇÃO é um NEGÓCIO como QUALQUER OUTRO.

TODOS SE APRESSAM em CUMPRIR ORDENS seja de quem for que seja. O REGIME POLÍTICO ou SISTEMA GOVERNAMENTAL lhes é indiferente- Quem CORTEJA o PODER não pergunta se ele é bom ou mau. ACEITA-SE a heteronomia de qualquer SISTEMA GOVERNAMENTAL CENTRAL para estar próximo e usufruir as benesses do PODER. PODER sobre o qual é possível – inclusive - jogar a CULPA de TUDO na hora do fracasso pessoal ou coletivo.

 

CORTEJANDO o PODER

http://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado/?p=6260

APENADOS com DIREITO ao VOTO

http://www.antoniocavalcantefilho.blogspot.com.br/2014/08/da-cadeia-as-urnas-politicos-que-ja.html

 

Isaac Robert CRUIKSHANK (1756-1811) - ELEIÇÂO de DELEGADO - Publicado em 09.06.1797

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