CRER e FAZER CRER

24/02/2016 07:12

 

CRER e FAZER CRER.

O ENTE HUMANO expõe o seu MODO de SER na evidencia da sua OBRA. Esta OBRA é portadora de um PROJETO, de um INVESTIMENTO e uma INTENÇÃO vinculada a um QUADRO de CRENÇAS. Michel Certeau distingue:

«eu entendo por “crença” não o objeto da crença (um dogma, um programa, etc.), mas o investimento dos sujeitos numa proposição, o ato de enunciar tendo com verdadeiro – dito de outra forma uma “modalidade” da afirmação e não seu conteúdo[1]

http://profciriosimon.blogspot.com.br/2016/02/156-logistica-em-estudos-de-arte-fazer.html

Uma crença sofre a sua maior corrupção quando um pseudo crente usa todos os meios para fazer crer em algo que ele não acredita. Este atravessador necessita possuir um cortejo de prosélitos que o sustentem como escravos de sua delinquência.

 No contraditório deste delinquente o pensador  Agostinho de Hipona (354-430)  resumiu a questão "entender para crer, crê para entender" ou "intellige ut credas, crede ut intelligas".

Michel CERTEAU (1925-1986)

https://pt.wikipedia.org/wiki/Michel_de_Certeau

Imagem: Charles-Maurice de Talleyrand-Périgord, (1754-1838) inspirado pelo diabo.

 https://en.wikipedia.org/wiki/Charles_Maurice_de_Talleyrand-P%C3%A9rigord

FACE BOOK

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[1] - Michel Certeau, L’Invention du quotidien, t. 1, Arts de faire, (1980), rééd. Paris, Gallimard, 1990, p.260


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