BICENTENÁRIO sem POVO

19/11/2014 07:43

O BICENTENÁRIO SEM POVO

Ontem, 18 de novembro de 2014,  foi o bicentenário do desaparecimento do escultor, arquiteto e toreuta ALEIJADINHO. 

Foi uma data sem povo.

 De um lado o PODER ORIGINÁRIO BRASILEIRO teve sorte em não ter de colaborar compulsoriamente  e aturar mais um evento promovido por atravessadores, tuteladores da memória nacional e mediadores de verbas publicas que nunca chegam ao seu verdadeiro destino. 

É de invejar a estratégia do Estado Francês que motivou, explicou, forneceu subsídios conceituais pedagógicos para o cultivo da memória da Primeira Guerra Mundial.

No lado oposto a memória do Brasil corre risco semelhante do desastre dos “500 anos da descoberta portuguesa” quando estiver confrontado, em 2022, com BICENTENÁRIO da INDEPENDÊNCIA.

Mas estes esquecimentos e o silêncio - de uma memória de longa duração - são muito coerentes e naturais para um SISTEMA COLONIAL e SERVIL como foram ao longo de séculos no Brasil. O objetivo deste SISTEMA não é a pessoa, mesmo que ela se denomine ANTÔNIO FRANCISCO LISBOA. A teleologia imanente a qualquer SISTEMA COLONIAL e SERVIL é o lucro obtido por meio de eventos, de marketing e de propaganda. Neste SISTEMA a pessoa humana não conta ou entra como OBJETO. Ela  é apenas um número a ser manipulado para o lucro, o domínio e o acúmulo.

A COZINHA do DUDU naturaliza os PROFETAS

http://cozinhadodudu.blogspot.com.br/2011/01/maratona-etilico-gastronomica-em-terras.html

 

106 - NÃO FOI no GRITO: O BRASIL em NOVEMBRO de 1814 e 2014

http://naofoinogrito.blogspot.com.br/2014_11_01_archive.html

 

ESTADO FRANCÊS ORIENTA e SUBSIDIA a MEMÒRIA NACIONAL

http://www.france.fr/institutions-et-valeurs/le-centenaire-de-la-grande-guerre-1914-1918.html

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