As LÁGRIMAS do COMANDANTE

12/02/2014 05:19

O comandante RUBEN MARTIN BERTA (1907-1966) tem todos os motivos para ir até as lágrimas. A sua  herma é índice de sua tristeza, abandono e verte lágrimas na frias e úmidas madrugadas na Rua 18 de Novembro no Bairro Navegantes de Porto Alegre. O final da sua vida coincidiu não só com o desaparecimento das indústrias do Bairro Navegantes. As linhas aéreas (VARIG) como as férreas  (VFRGS), que operavam no Bairro Navegantes também entraram em colapso. Elas haviam sido concebidas para operarem ao ritmo linear das máquinas comandadas pelo relógio. A pós modernidade contornou a logística dos meios de transporte e reduziu ao pó as suas estratégias operacionais  industriais de um tempo linear, unívoco e soberano. As máquinas lineares  não suportaram a concorrência da era numérica digital e o trabalho dos robôs. Companhias aéreas mais econômicas, ágeis e seguras driblaram e maximizaram o tempo linear, unívoco e soberano da era industrial. O transporte rodoviário driblou sindicatos, trilhos de ferro e as suas pesadas máquinas.

 

RUBEN MARTIN BERTA (1907-1966)

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ruben_Berta

 

18.11.1823 FIM da GUERRA da INDEPENDÊNCIA do BRASIL

http://historiasylvio.blogspot.com.br/2012/07/independencia-do-brasil.html

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